Campanha - Doação de Orgãos

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

pesquisa em sala de aula

fizemos uma pesquisa para levantar o tanto de pessoas
que são doadores de orgãos , eo resultado foi o seguinte:

de vinte pessoas :
12 são doadores
6 não são
faltaram 03

um resultado bom o que siguinifica que a maioria esta doando suas vidas pos morte
obrigado a todos !

segunda-feira, 2 de agosto de 2010



POR QUE DOAR?

A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.

Doação em vida

No caso do rim, medula óssea, pâncreas, fígado e pulmão, existe a possibilidade de que se realize o transplante com doador vivo. A legislação brasileira permite a doação de órgãos entre parentes até quarto grau. Além desse grau de parentesco é necessário uma autorização judicial. Já a legislação portuguesa permite que qualquer pessoa, como cônjuges ou amigos, seja dador de órgãos em vida, independentemente de haver relação de consanguinidade e barriga.

segunda-feira, 19 de abril de 2010


De que forma ocorre a doação de órgãos após a morte?

Ela só se efetiva, obrigatoriamente, com a autorização da família e depois de ter sido constatada a morte encefálica - ou seja, após a interrupção irreversível das atividades cerebrais, tanto do córtex cerebral quanto do tronco encefálico. Ela é diferente da morte cerebral, na qual somente o córtex cerebral deixa de funcionar, e do coma, estado caracterizado pela perda de consciência, porém com presença de actividade cerebral. Antes da retirada dos órgãos, no entanto, a morte acefálica deve ser comprovada por dois exames clínicos e um laboratorial. Os procedimentos são estipulados pelo Conselho Federal de Medicina (resolução n° 1.480/97) e devem ser realizados por dois médicos, não pertencentes à equipe de remoção e transplante, em intervalos de no mínimo seis horas. Se os procedimentos forem realizados adequadamente, um único doador pode melhorar a vida de vários pacientes. Os órgãos mais comuns para doação são coração, pulmão, rins, fígado e pâncreas. Já os tecidos englobam medula óssea, córnea, pele, valvas cardíacas e ossos.

segunda-feira, 12 de abril de 2010





Órgãos e tecidos doáveis

Atualmente os seguinte órgãos e tecidos podem ser transplantados: pulmão, pâncreas, vasos sangüíneos, intestino, ossículos do ouvido, pele, coração, válvulas cardíacas, córneas, medula óssea, fígado, rins, tendões e meninge.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Como doar ou receber

Para que você seja um doador basta que informe a sua família, pois é ela quem autorizará a retirada dos órgãos quando você morrer. Porém, existem transplantes que podem ser realizados entre pessoas vivas como é o caso do transplante de rim e medula óssea. A doação de medula óssea é bastante simples e não implica em prejuízo algum para o doador bastando que ele se dirija ao hemocentro mais próximo.

O primeiro critério que determina se a pessoa que faleceu pode ou não ser doador é a constatação de morte encefálica. Depois deve ser verificado se o falecido não teve alguma doença que prejudique o funcionamento de um mais de seus órgãos como hepatite, AIDS e câncer, o que impossibilitaria a doação.

Em alguns casos, como transplante de córnea, o transplante do tecido pode ser feita até 6 dias depois de constatado óbito (desde que mantida em condições adequadas), porém, em outros, como na retirada de um coração o procedimento deve ser feito em no máximo quatro horas. Outro critério é a existência de receptor compatível com o doador, ou seja, que tenha o mesmo tipo sanguíneo, código genético compatível (que é verificado através de um teste chamado de “tipagem HLA”) e os órgãos do doador e receptor devem ser mais ou menos do mesmo tamanho e peso.

Já para receber um órgão a pessoa deve estar cadastrada em uma lista de espera e sua colocação na lista dependerá da gravidade do seu caso e das chances de sobreviver, além da idade do receptor. Atuaumente, no Brasil são mais de 70 mil pessoas na fila de espera por um transplante.